sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Semana da Família



O que é mais importante?
Um professor de filosofia decidiu fazer um exercício com a sua turma. Entrou na sala de aula, com um grande saco preto de onde tirou um frasco vazio. De seguida sentou-se, olhou para os alunos, fez silêncio e começou a encher o frasco com bolas de golfe. A seguir perguntou aos estudantes:

- O frasco está cheio?
Todos foram unânimes na resposta, respondendo que sim.
De seguida, o professor abriu uma caixa de clips e despejou-a dentro do frasco. Os clips preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe, ao que o professor voltou a perguntar:

- O frasco continua cheio?
Ao que todos os alunos responderam que sim.
Posto isto, o professor agarrou numa caixa de areia e despejou-a para dentro do frasco. Obviamente que a areia preencheu os espaços vazios entre as bolas de golfe e os clips, ao que o professor voltou a perguntar:

- O queacham agora? O frasco continua cheio?
Todos os alunos rapidamente responderam que sim.
Em seguida, o professor abriu uma garrafa e adicionou água ao frasco até este ficar raso, preenchendo todos os espaços vazios entre as bolas de golfe, os clips e a areia. Os alunos começaram a sorrir e o professor disse:

- Quero que percebam que este frasco simboliza a vida. As bolas de golfe simbolizam as coisas mais importantes que temos na vida, a família, os amigos, a saúde, a alegria e as coisas que nos apaixonam. Ou seja, são as coisas que mesmo que se perdêssemos tudo, a nossa vida ainda continuava cheia.
Olhou para o frasco, sorriu para os alunos e acrescentou:
- Os fósforos são as outras coisas importantes que temos na vida, como a casa, o dinheiro, as viagens, entre muitas outras coisas. Já a areia é tudo o resto, ou seja, as pequenas coisas que temos na vida.
Num tom mais sério, o professor olhou para os alunos e disse:
- Agora reparem, se primeiro colocarmos a areia no frasco, não haverá espaço para os clips, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se investirmos todo o nosso tempo e energia apenas nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para colocar as coisas que realmente importam. Devemos estabelecer as nossas prioridades e objetivos e o resto é só areia.

Um dos alunos, curioso, levantou o braço e perguntou:
- Então e o que representa a água?
O professor sorriu e disse:
- Ainda bem que fazes essa pergunta. A água foi só para vos mostrar que por mais ocupada que seja a nossa vida, há sempre lugar para beber um copo ou estar com aqueles que realmente importam para nós.“

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Semana da Família

Vamos lá, pais e filhos
Em bom português...

DESAFIO: Durante esta semana, vamos apontar "na porta do frigorífico", aí em casa, quem for apanhado neste "mau" português?

domingo, 31 de janeiro de 2016

sábado, 30 de janeiro de 2016

Passeando pelo Facebook...

Foto do dia...                                     

...muito forte, muito "feia"...
                                      demasiadamente actual!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

DIREITOS DAS CRIANÇAS - artigo 10 de 54

Convenção sobre os Direitos da Criança


(Continuação)

Artigo 10.º



1. Nos termos da obrigação decorrente para os Estados Partes ao abrigo do n.º 1 do artigo 9.º, todos os pedidos formulados por uma criança ou por seus pais para entrar num Estado Parte ou para o deixar, com o fim de reunificação familiar, são considerados pelos Estados Partes de forma positiva, com humanidade e diligência. Os Estados Partes garantem, além disso, que a apresentação de um tal pedido não determinará consequências adversas para os seus autores ou para os membros das suas famílias.


2. Uma criança cujos pais residem em diferentes Estados Partes tem o direito de manter, salvo circunstâncias excepcionais, relações pessoais e contactos directos regulares com ambos. Para esse efeito, e nos termos da obrigação que decorre para os Estados Partes ao abrigo do n.º 2 do artigo 9.º, os Estados Partes respeitam o direito da criança e de seus pais de deixar qualquer país, incluindo o seu, e de regressar ao seu próprio país. O direito de deixar um país só pode ser objecto de restrições que, sendo previstas na lei, constituam disposições necessárias para proteger a segurança nacional, a ordem pública, a saúde ou moral públicas, ou os direitos e liberdades de outrem, e se mostrem compatíveis com os outros direitos reconhecidos na presente Convenção.