O Dia
Internacional para a Abolição da Escravatura comemorou-se ontem, dia 2 de
dezembro
A abolição da escravatura é ainda uma meta em pleno século XXI, constituindo-se o dia 2 de dezembro como uma altura de reflexão e de luta contra esta realidade. A escravatura ainda se faz sentir nos dias de hoje de várias formas: trabalho forçado, servidão obrigatória, tráfico de crianças e mulheres, prostituição, escravatura doméstica, trabalho infantil, casamentos combinados, etc.Este Dia Internacional da Abolição da Escravatura foi criado em 2004 pela Organização das Nações Unidas (ONU) que estima que existam 21 milhões de vítimas de escravidão espalhadas pelo mundo. A data lembra a assinatura da Convenção das Nações Unidas para a Supressão do Tráfico de Pessoas e da Exploração da Prostituição de Outrem, a 2 de dezembro de 1949.
A escravatura é um crime, sendo que aqueles
que o cometem, permitem ou toleram devem responder perante a justiça.
PORTUGAL
Em mais de 10 milhões de
portugueses, há 1400 que se encontram atualmente numa situação de
escravatura moderna. É esta a conclusão do Índice Global de Escravatura de 2014, apresentado pelaWalk Free Foundation,
que estimou o número de escravos em 167 países. Portugal está na posição 157. No total, há 35,8 milhões de escravos em
todo o mundo, entre
mulheres, homens e crianças.
A “escravatura moderna” está no trabalho forçado, no tráfico
de seres humanos, nos casamentos forçados e na exploração sexual por dinheiro.


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http://lifestyle.sapo.pt/vida-e-carreira/em-foco/artigos/mulheres-sao-as-principais-vitimas-de-trafico-de-seres-humanos
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A abolição da escravatura em Portugal
A escravatura foi uma fonte de riqueza durante a expansão portuguesa.
Os escravos eram utilizados em muitos trabalhos, nomeadamente nas explorações da cana-de-açúcar no Brasil.
Nessa época a escravatura era plenamente conhecida e aceite pela sociedade.
Foi no século XVIII que surgiram os movimentos anti-esclavagistas.
O Abolicionismo foi um movimento que defendia a abolição da escravatura e do comércio de escravos.
Em Portugal foi o Marquês de Pombal, ministro de D. José I, que acabou com a escravatura no território de Portugal Continental e na Índia, a 12 de Fevereiro de 1761, pelo que Portugal é considerado o primeiro país abolicionista.
Contudo, nas colónias portuguesas da América e África continuou a ser permitida a escravidão.
Portugal, conjuntamente com a Grã-Bretanha, proibiu o comércio de escravos, no começo do século XIX.
Em 1854 foram libertos todos os escravos da Igreja nas colónias.
A 25 de Fevereiro de 1869, no reinado de D. Luís, foi aprovada a abolição completa da escravidão no Império Português.
Os escravos eram utilizados em muitos trabalhos, nomeadamente nas explorações da cana-de-açúcar no Brasil.
Nessa época a escravatura era plenamente conhecida e aceite pela sociedade.
Foi no século XVIII que surgiram os movimentos anti-esclavagistas.
O Abolicionismo foi um movimento que defendia a abolição da escravatura e do comércio de escravos.
Em Portugal foi o Marquês de Pombal, ministro de D. José I, que acabou com a escravatura no território de Portugal Continental e na Índia, a 12 de Fevereiro de 1761, pelo que Portugal é considerado o primeiro país abolicionista.
Contudo, nas colónias portuguesas da América e África continuou a ser permitida a escravidão.
Portugal, conjuntamente com a Grã-Bretanha, proibiu o comércio de escravos, no começo do século XIX.
Em 1854 foram libertos todos os escravos da Igreja nas colónias.
A 25 de Fevereiro de 1869, no reinado de D. Luís, foi aprovada a abolição completa da escravidão no Império Português.



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